17 Julho, 2011

Rio (Pílula)

Lógico. O Cristo Redentor não poderia faltar no longa-metragem

Tenho uma queda – nada modesta – pela cidade do Rio de Janeiro. Gosto do clima, das pessoas, do ritmo de vida e, claro, das praias. Assim, a animação “Rio” (2011), com direção de Carlos Saldanha, é apaixonante. Quem já andou pelas ruas da capital carioca e fotografou com a memória seus diferentes contornos rapidamente se vê em cena. 

Com a trama bem amarrada, o longa-metragem, que passa num piscar de olhos, conta, inicialmente, a história da arara azul Blu – último macho de sua espécie. Nesse contexto, o filme entrelaça temas corriqueiros, como extinção, tráfico de animais, superação (já que Blu não sabe voar), escolhas e paixões – que nunca faltam nas grandes produções. 

Os personagens, formado em sua maioria por animais e alguns humanos, são divertidos. Sobre o idioma, eu deixo de lado meu preconceito com dublagens e afirmo que tanto na língua original, em que se tem a voz do rapper Will.i.am, quanto no português tupiniquim vale a apreciação.

05 Julho, 2011

Se Beber, Não Case! (Pílula)

Opnião. A melhor cena do filme.
Após inúmeras indicações, assisti o tão comentado "Se Beber, Não Case!". Com um elenco bem escolhido, o filme é engraçado, mas com piadas limitadas. Sem sombra de dúvidas, o personagem Alan Garner (Zach Galifianakis) é o melhor do longa-metragem, que, não diferente de tantos outros, explora a sexualidade no humor.

Sob a direção de Todd Phillips, o filme de 2009 narra a despedida de solteiro de Doug, um rapaz bem afeiçoado que vai com os amigos para Las Vegas. Como é de se esperar, eles aprontam boas atrapalhadas. Porém, não se lembram de nada, já que consumiram a pílula "boa noite cinderela".

No mais, desculpe, mas não pretendo ver a segunda produção com o mesmo nome!